Este é um ensaio que há muito tencionava escrever, há décadas já, nem eu sei bem quando. Iniciei a redação em 2004 (ou pelo menos as notas sobre a sua organização), interrompi-a várias vezes e parei em 2010. Em janeiro de 2022 dei-lhe forma final, mas muito abreviada em relação aos meus propósitos iniciais. Não sei que aspeto terá Palavras Inúteis, com trechos de diferentes épocas, uma ossatura mais antiga onde se inseriram interpolações, acrescentos, correções. Parecerá talvez estranho.
Discuto no ensaio as perspetivas com que se defronta a espécie humana. Não são perspetivas animadoras, considerando os perigos da guerra, da destruição do meio ambiente, a degradação dos recursos naturais e as dificuldades de convivência nas sociedades modernas. Quando necessário, aventuro-me brevemente pela metafísica. Por fim, traçada já uma perspetiva desalentadora, defendo ser urgente tentar evitar a queda no abismo.
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Palavras Inúteis – Reflexões sobre a condição humana
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